terça-feira, 4 de outubro de 2011

AMOR LOUCO.

Cordel  - Amor louco

Autor: Daniel Fiúza
06/06/2004

Quase no final da noite
As crianças já dormindo
Eu deitado no sofá
Estava um filme assistindo
De repente ela chegou
O filme ela nem olhou
Foi logo me distraindo.

Vestindo uma camisola
Transparente bem curtinha
Tinha saído do banho
Com a pele bem fresquinha
Cabelo dela molhado
Vei’ se deitar ao meu lado
E foi tirando a calcinha.

O vídeo eu desliguei,
Já nada estava vendo
Várias partes eu perdi
Pois ela tava querendo
Uma noite de amor
E logo me despertou
Com uns agrado fazendo.

Ela cheirava a paixão
Beijando a minha boca
Com beijo escandaloso
Foi tirando minha roupa
Ela me deixou despido
Meu corpo todo lambido
Parecia coisa louca.

Eu sugava os seios dela
Seu corpo acariciando
Sentindo a pele macia
E os pêlos arrepiando
Em direção a sua fonte
A minha boca ofegante
E ela feliz suspirando.

Seus gemidos e lamentos
Gritos de muito prazer
Transformava-me em fera
Na hora que vai comer
Eu dava o quela queria
Satisfeita ela comia
Seu prato de bem querer.

Do sofá para o tapete
O amor continuava
Meu corpo no corpo dela
Toda hora ela gozava
Ela querendo mais
Pois me achava capaz
No gozo aproveitava.

Ali era nosso cinema
Fazíamos filme ao vivo
Ela erótica e sensual
Só aumentava o motivo
De amá-la novamente
Provocava-me insolente
Fazendo-me seu cativo.

Nos orgasmos infinitos
Nós sentíamos delirando
Ela loba alucinada
Eu um leão amando
Nos prazeres colossais
Com gosto de quero mais
Os nossos corpos gozando.

Exaustos ali deitados
No rosto a satisfação
Aquele amor suado
De égua e garanhão
De mulher apaixonada
Por seu homem amada
Com muito amor e tesão.

Um comentário:

  1. Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog Recomeçar. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





    Narroterapia:

    Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



    Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

    http://narroterapia.blogspot.com/

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